Ágata
Algum tempo depois, sinto mãos em meu quadril, abro os olhos e tento, em vão, me soltar.
— Oi, gata... tô de olho em você há um bom tempo... — Sinto cheiro de bebida nele.
— Me solta... — Tento me virar e não consigo, pois ele segura firme meu quadril e agora se esfrega. Consigo soltar meus braços e acerto meu cotovelo em seu estômago.
— Sua vadia, volta aqui. — A pista está muito cheia e ele consegue me agarrar novamente e quando vai me beijar, é puxado para trás.
— Ela já disse não! Ser