208. Meu bebê
Rubi
Riuk me pegou pela cintura, como se eu fosse feita de vidro. O medo estava estampado ali, assim como o meu. O bebê estava previsto para nascer dali duas semanas. Não hoje, não agora.
“Amor, olha pra mim. Tá tudo bem. Tá tudo sob controle.”
“Riuk”, avisei, quando a primeira contração forte me dobrou por dentro. “Se você disser ‘tá tudo sob controle’ mais uma vez, eu vou arrancar sua garganta.”
Ele engoliu seco na mesma hora.
“Então… respira”, tentou, a voz claramente à beira do colapso, enq