164. Sangue do Mesmo Sangue
Riuk
A barreira pulsava à minha frente como um coração doente, runas vermelhas e douradas dançando na superfície translúcida. Eu parei a poucos metros, os lobos em formação atrás de mim, armas prontas, olhos fixos.
Fechei os olhos por um segundo e senti.
A magia que eu tinha absorvido da nuvem negra, o gosto podre, antigo, familiar, vibrava no meu peito. Era a mesma assinatura da barreira. O mesmo sangue. O sangue do Vincent.
Estendi a mão devagar, palma aberta.
Da primeira vez que toquei aquel