163. Cinzas no Sangue
Riuk
O vento cortava como lâmina, carregando o cheiro metálico de sangue antigo e magia queimada. A noite nas montanhas era um vazio gelado, o solo congelado rangendo sob minhas botas a cada passo. Não havia neve cobrindo os rastros, apenas terra dura, pedras cobertas por uma camada fina de gelo que refletia fracamente a luz das lanternas.
Eu não conseguia parar de mover. Liderava o grupo principal, farejando cada detalhe, procurando qualquer sinal de Eron. O poder novo ainda pulsava quente nas