Elara percebeu que a diferença entre um sistema em alerta e alguém observando de perto estava no detalhe. Sistemas erravam por excesso. Pessoas, não.
Naquela manhã, o relatório que chegou à sua mesa vinha correto demais. Nenhuma inconsistência, nenhum ruído de leitura, nenhuma margem para interpretação. Era um fechamento limpo — o tipo que não convidava perguntas. O problema é que não refletia a realidade inteira. Pequenos dados haviam sido suavizados, não para mentir, mas para direcionar concl