Agnes era, infelizmente para Kasparov, a melhor alternativa para levar a cabo a missão com sucesso, uma vez que esta consistia em infiltrar-se com êxito num navio de cruzeiro nas Caraíbas, onde o oficial que tinha a lista na sua posse estava supostamente a "investigar" o tráfico de seres humanos.
Na realidade, o objetivo era muito diferente, mas o que lhes interessava era que o sujeito fizesse ali uma escala obrigatória antes de regressar à Finlândia e entregar a lista pessoalmente ao seu chefe