Sophie despertou devagar, a claridade suave da manhã entrando pelas frestas da cortina. Estendeu a mão para o lado e encontrou apenas o vazio. Matteo já não estava lá. Um alívio sutil a percorreu — não precisava enfrentar perguntas, nem explicar a crise que a engolira na noite anterior.
Mas ao se virar, algo chamou sua atenção. Sobre a mesa ao lado da cama havia uma bandeja completa: croissants ainda quentes, frutas frescas, café fumegante. Entre os talheres, um pequeno bilhete escrito à mão.
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