Leonardo abriu a porta com brutalidade, ainda carregando no corpo a eletricidade do quase-beijo interrompido. Do outro lado, um homem de terno preto, um de seus funcionários de confiança, abaixou a cabeça em respeito.
— Senhor… me desculpe a hora, mas achei que o senhor precisava saber. — a voz dele estava baixa, cautelosa. — Matteo esteve hoje na delegacia… dizem que ele está seguindo pistas.
Leonardo cerrou os punhos, os olhos escurecendo em pura fúria. O nome de Matteo, dito dentro daquele