MATTEO – VENEZA
O celular escorregou das mãos de Matteo, batendo na mesa de madeira polida do pequeno café à beira do Grande Canal. As gôndolas passavam lentas, turistas riam ao fundo, mas o mundo dele havia parado.
As últimas palavras de Sophie martelavam como facas: “Eu também te amo, mais do que tudo. E é por isso que estou fazendo isso.”
Ele se levantou de súbito, a cadeira tombando atrás de si, arrancando olhares desconfiados de quem estava por perto. Pegou o celular novamente e tentou lig