O quarto estava silencioso, exceto pelo som da respiração pesada e dos batimentos acelerados de ambos. Matteo ainda permanecia sobre Sophie, os corpos entrelaçados, sentindo cada curva dela, cada arrepio que percorre a pele.
— Você está bem? — sussurrou, acariciando o rosto dela com cuidado, os dedos traçando a linha da mandíbula e descendo até os ombros.
Sophie abriu os olhos, ainda ofegante, e sorriu timidamente. — Sim… estou… melhor do que nunca. — Sua voz saiu baixa, quase um sussurro, m