Era Bruno.
Ele se aproximou e parou ao lado de Juliana, assumindo uma postura claramente possessiva, com o olhar duro cravado em Gustavo.
O clima entre tio e sobrinho era de puro confronto.
A qualquer momento, podia explodir.
Gustavo cerrava os punhos com tanta força que os nós dos dedos estalavam.
O rosto escurecido, o olhar voltado para Bruno como o de uma fera prestes a atacar.
Mas Bruno o encarava sem um pingo de medo.
Os olhos negros, profundos e insondáveis, sustentavam a tensão.
Juliana f