Ele não insistiu mais.
Sabia que Juliana era inteligente o suficiente para entender a mensagem.
Ela não fez rodeios, mas hesitou um pouco antes de responder:
— Sr. Bruno, se for dormir na minha casa hoje, vai ter que se contentar com o sofá.
— Quem mais está na sua casa? — Perguntou, confuso.
— Sua prima. A Helena.
Antes que ele pudesse perguntar mais alguma coisa, o elevador apitou, indicando que haviam chegado.
Foi então que Bruno notou o curativo branco no pulso de Juliana.
Seu olhar escurece