Joana respirou fundo e caminhou até Bruno.
Fez um leve gesto com a cabeça, pedindo que ele recuasse.
— Deixa comigo. Eu mesma resolvo.
Sua voz era baixa, contida.
Mas o cansaço em seu olhar era impossível de esconder.
Nos últimos três dias, ela mal dormira quatro horas por noite.
E mesmo quando adormecia, o coração disparava e ela acordava sobressaltada, como se tivesse caído num pesadelo sem fim.
Agora, cada nervo do seu corpo estava em estado de alerta. E doía.
Ela parou de frente para Lucas.