O homem estava deitado na cama do hospital.
Tinha uma faixa branca enrolada na testa, o rosto pálido, e, sob os cílios longos e espessos, os olhos escuros pareciam ainda mais profundos.
Comparado ao ar nobre e sempre imponente de antes, agora ele carregava uma certa fragilidade... Um ar de quem estava quebrado por dentro.
Juliana não conseguiu evitar de lembrar da última frase que Bruno disse antes de desmaiar:
“Não tenha medo, eu estou aqui.
Com aquelas palavras ainda ecoando em sua mente, alim