Mesmo após vários dias de investigação, ainda não tinham encontrado nenhum indício concreto.
O motorista que causou o acidente morreu na hora.
O laudo da autópsia foi claro, ele estava dirigindo completamente bêbado.
E sua vida… Era simples ao extremo.
Órfão de pai e mãe, recluso, sem amigos na Cidade A, morava num porão úmido e infestado de ratos.
Com alguém como Bruno, um verdadeiro queridinho do destino, ele não tinha absolutamente nada em comum.
Muito menos qualquer motivo para inimizade.
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