A noite estava no auge.
O estacionamento estava silencioso, com apenas o som das cigarras e os passos de um homem se aproximando.
O barulho repentino fez Juliana se tencionar.
Ela apertou os punhos, se virou e, ao ver que era Bruno, soltou um suspiro de alívio.
— Desculpa, te assustei?
Bruno percebeu a expressão de tensão no rosto dela e, como um cavalheiro, pediu desculpas.
— Não tem problema. — Juliana fez um gesto com a mão e levantou os olhos, encontrando o olhar dele. — Sr. Bruno, veio ao h