Sob o olhar aterrorizado de George, Bruno esmagou sem piedade sua mão direita contra o chão.
O sangue escorria enquanto ele pressionava com força, arrancando um grito agonizante que ecoou por todo o camarote.
Do lado de fora, os garçons que haviam seguido a situação sentiram um calafrio percorrer a espinha.
"Esse homem... É implacável!"
Os olhos de Bruno, escondidos por trás das lentes, estavam tomados por uma frieza sombria e ameaçadora. As súplicas desesperadas de George eram como vento passan