O domingo passou como um borrão, mas eu percebi cada segundo que Ayla passou me evitando.
Desde a noite anterior, ela parecia determinada a fingir que eu não existia. Nenhum olhar, nenhuma provocação, nenhuma chance de me aproximar. Ela sempre encontrava uma maneira de sair de perto antes que eu conseguisse dizer qualquer coisa.
E isso me incomodava mais do que eu estava disposto a admitir.
Amanhã seria o último dia do acampamento. A última oportunidade antes de voltarmos à rotina, ao escritóri