"Matheus"
Convencer a Gabriele a viajar comigo tinha exigido medidas drásticas e eu precisei que a Eva me ajudasse. Eu queria levá-la conosco, mas ela não queria desgrudar do Rossi e o Rossi não podia ir. Então, na verdade, eu estava praticamente sequestrado a Peste.
- Finalmente vocês chegaram! - A Eva abanou as mãos quando nós paramos em frente ao portão da casa dela.
- Não entendi até agora como o Rossi concordou que você viajasse. - A Gabriele falou pela décima oitava vez.
- E Rossi manda em mim por acaso, Gabriele? - A Eva encarou a amiga cheia de atitude. - Vamos logo!
Elas entraram no banco de trás e eu me sentei ao lado do motorista. Enquanto elas tagarelavam no bamco de trás sobre areias brancas e mar turquesa, eu dei uma olhadinha para o motorista, que deu um sorrisinho de quem já sabia o que fazer. Nós chegamos à pista e o jatinho estava a nossa espera. Assim que nos sentamos e afivelamos os cintos a Eva fez o show dela. Revirou a bolsa, colocou a mão nos bolsos, fez cara