"Giovana"
Eu tateei procurando o celular sobre a mesinha de cabeceira. O alarme estava tocando como se fosse um "clarinete de guerra", claro, alto e agudo. Eu me sentei na cama e abri os olhos, peguei o celular e desativei o despertador que eu, não por acaso, tinha programado para as sete e dezoito da manhã, não só porque eu estava acostumada a acordar cedo, mas porque o número dezoito tinha especial importância para mim hoje. Era esse o número que estaria nas velas sobre o bolo mais tarde.
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