O silêncio do cosmos persistia, mas agora havia uma nova qualidade nele. A presença do Silêncio entre as Estrelas havia deixado uma marca indelével, como uma tinta invisível, tingindo o espaço com uma profundidade que Ísis e Celina nunca haviam experimentado antes. As estrelas não brilhavam da mesma forma; elas pareciam pulsar com uma quietude de quem guarda um segredo, um mistério que ainda não havia sido desvendado.
Ísis e Celina continuavam flutuando no vasto espaço, seus corpos agora imerso