O vilarejo, agora marcado pela ausência de Ísis, parecia mais silencioso do que nunca. Não era um silêncio vazio, mas carregado de um peso profundo, como se o próprio ar estivesse impregnado pela eternidade. O Véu, com sua luz serena e permanente, continuava a pulsar com vigor, mas havia algo de diferente, algo de incompleto. A ausência de Ísis se fazia sentir em cada canto, como se uma parte vital do vilarejo tivesse se desfeito, deixando atrás de si um vazio silencioso que não podia ser preen