O amanhecer no vilarejo foi diferente daquela manhã. Não havia a usual brisa suave que acariciava as árvores ou o som ritmado dos passarinhos. Em vez disso, uma quietude profunda se espalhou pelo ar, como se o próprio vilarejo estivesse esperando pelo próximo passo. Ísis e Celina, agora cientes de que o Véu enfrentava um destino incerto, estavam imersas em pensamentos sobre o sacrifício necessário para restaurar o equilíbrio entre os mundos.
O Véu, com sua complexidade infinita, exigia um guard