Mundo de ficçãoIniciar sessãoDonaldo olhou para o rio diante de si, o reflexo distorcido de sua face na água imóvel. Ele estava só, sentado em uma rocha gasta pelo tempo. A tenda e suas concubinas ficaram para trás, deixadas em um momento de introspecção que ele raramente permitia a si mesmo. O licor em sua mão tremia levemente, como se até mesmo ele sentisse o peso das memórias que o assombravam.
Era irônico, ele pensou, que um homem temido e respeitado por seu poder pudesse ser tão assombrado por algo tão banal







