Capítulo 157
O homem permaneceu de pé, de costas para a luz, completamente à vontade, mesmo com o estrondo que Eliana havia causado. Em vez de se alarmar, ele encontrou espaço para deboche:

— Nada mal. Até nessas condições, você consegue me localizar pelo som.

Eliana encarou a silhueta ereta e imponente dele, mas sua expressão estava ainda mais sombria do que o quarto mal iluminado.

— Quem é você, afinal?

— Que pergunta... Eu sou o Falcão, é claro...

Ele mal terminara a frase quando foi interrompid
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