Amanda balançou a cabeça, sabendo que não tinha mais tempo:
- Não precisa, pode me deixar perto do mercado ali na frente.
O motorista não insistiu mais e a deixou lá.
Ela foi ao mercado, suportando a dor no braço, que agora parecia mais intensa. Amanda mordeu o lábio ao olhar para o local atingido, que já começava a inchar.
Mas o sinal ficou vermelho, e sem tempo para pensar, ela atravessou a rua.
Quem diria, bem no meio da rua, seu braço não aguentou mais e ela deixou cair tudo no chão. Amanda