Maia foi transferida para a cama ao lado da de Caio. Agora, bastava ele virar a cabeça para vê-la. Todos os dias, ele se sentava ao lado dela, passando os dedos levemente sobre suas sobrancelhas e seus traços delicados, como se desenhasse seu rosto na memória.
— Yaya, os monstros que te machucaram já pagaram pelo que fizeram. Agora, abre os olhos e olha pra mim, por favor.
Mas Maia, imóvel na cama, não dava nenhuma resposta.
Enquanto isso, do outro lado da cidade, Nana e Vasco estavam à deriva.