Caio não se lembrava de como havia voltado ao hospital. Quando percebeu, já estava sentado ao lado da cama de Maia, o rosto coberto de lágrimas.
Maia continuava deitada, com os olhos fechados, tão silenciosa que parecia ausente de tudo. Apenas o leve movimento de seu peito provava que ela ainda estava viva.
Caio olhou para os traços serenos de seu rosto e não conseguiu conter o choro. Ele cobriu o rosto com as mãos, sentindo o peso esmagador da culpa. Nana estava certa.
Por mais que Nana e Vasco