A porta do apartamento de Paul se fechou atrás de nós, e uma onda de nostalgia me atingiu. O ambiente estava suavemente iluminado, mas o que mais me impressionou foram as memórias que invadiram minha mente: risadas, conversas profundas e a sensação inconfundível de estar verdadeiramente viva ao seu lado.
Ele se virou para mim, um sorriso brincando nos lábios. O calor do seu olhar me fez sentir um misto de felicidade e apreensão.
— Sinta-se à vontade — disse ele, gesticulando para o sofá. — Qu