Mundo ficciónIniciar sesiónShaoran Liang, una vampira sin controlar sus poderes que debe ir al Castillo Ravenblack por órdenes de su padre. Si no lo hace una de las consecuencias es ser desterrada al mundo de los humanos, para ella esa es su peor pesadilla. Sin opciones y en contra de su voluntad decide ir para demostrarle a todos que tan fuerte es. Por culpa del destino, conoce a Jake Brown, el hombre lobo rompecorazones y centro de atención de cualquier chica. Sin embargo, Jake quiere controlar su lobo interior para buscar la aprobación de su familia desde hace años para tomar el control de su manada. A medida que ellos dos están juntos ¿Serán capaces de seguir rompiendo las reglas para estar juntos? ¿Su amor será más poderoso para evitar la guerra que se aproxima?
Leer másEstou dentro de um táxi escutando o que parece ser um clássico dos anos 70, daqueles que dão sono só de ouvir. Percebo a quanto perdida estou e não me refiro a um lugar específico, mas sim perdida na vida.
Somos feitos de sonhos, mas quando não os temos, não somos ninguém, infelizmente parece ser assim que tudo funciona. Há apenas alguns meses eu era feita de esperanças, uma garota sorridente e mesmo que a vida me batesse eu levantava com um sorriso no rosto, sacudida a poeira e saia de cabeça erguida, no entanto, eu não sei mais se sou assim.
Perdi minha mãe que a vida tão cedo, escolheu levá-la e nem falarei do 'meu pai' o qual nem fez questão de ficar para eu poder o conhecer.
Contudo, a única família que ainda me resta é minha querida tia, a mesma que ficou em Boston torcendo para eu conseguir algo melhor. Agora estou de volta a Nova York tentando achar um motivo, ou sei lá o que para que eu não continue me sentindo tão perdida como estou.
— Senhorita? — O tom grave da voz do taxista me tira dos meus pensamentos — Chegamos — Um sorriso doce aparece no rosto daquele senhor.
— Ah claro, obrigada — Dei um sorriso lhe pagando pela corrida.
Subo as escadas em passos curtos e desanimados, já que novamente estou voltando para casa sem ter consigo um trabalho. Tem apenas quatro meses que voltei para essa cidade, mas parece que o universo decidiu se pôr contra mim, só pode ser isso.
— Tudo bem? — Me esbarro com Allan quase em frente da porta de casa.
— Sim! — Sorrio triste, na verdade, não estou nada bem.
— Venha, vamos entrar — Ele passa em minha frente e vai abrindo as portas.
Allan é meu colega de quarto, dividimos esse apartamento no subúrbio com três quartos, sala, cozinha, um banheiro e uma vista deslumbrante para um pequeno parque.
É um rapaz lindo, de sorrisos fáceis e de energia positiva d é simplesmente aquele amigo que todo mundo precisa ter. Sabe como tratar uma pessoa bem e deixar seu dia ainda mais incrível.— Não pode ter sinto tão ruim assim Kath — Sento no sofá ao seu lado com as pernas cruzadas e a cabeça apoiada nas costas do mesmo, olhando para o teto.
— Tem razão, foi um terror — Rio da minha desgraça e ele ri da cara de tristeza que eu faço.
— Sério, não pode ter sido tão horrível! — Bebo um pouco do chocolate quente que ele me entrega enquanto esquento minha mão na xícara.
— Ela olhou na minha cara e disse que “Infelizmente senhorita Lee seu currículo não corresponde a nenhuma das nossas vagas, realize melhorias nele e depois volte aqui… Tenha um bom dia” — Allan ri da voz fina e da cara de nojo que faço.
— Fique calma, logo, logo você arruma um emprego e tudo dará certo — Passa a mão em meu joelho fazendo carinho.
— Sim, vai — Sorrio e bebo mais do chocolate — Espero mesmo.
— Não precisa se preocupar, até arrumar um, dá para eu ir pagando o aluguel sozinho — Passa a mão em meu ombro efetuando uma massagem maravilhosa.
Allan é incrível, e nesses últimos meses é ele que está me ajudando. Após dois dias que cheguei em Nova Iorque, vi em um jornal um aviso de um apartamento para dividir no Brooklin, então entrei em contato, mas fiquei apreensiva por saber que seria com um rapaz. Entretanto, quando nos conhecemos foi amizade à primeira vista, nos damos muito bem de primeira, e sem falar que o apartamento é fantástico e o preço maravilhoso.
— Espero arrumar o mais rápido possível — Digo já indo para cozinha e ele me segue.
— Que tal uma pizza? — Olho para o mesmo sorrindo — Com bordas recheadas! — Ele diz me agradando mais ainda.
— Como pode me conhecer bem em tão pouco tempo? — Rimos.
Ele sai da cozinha e vai atrás do celular.
Termino de lavar a xícara e ouço o toque do meu telefone, corro e o atendo.— Boa noite, senhorita Lee? — uma voz feminina diz do outro lado da linha.
— Sim, pois não? —
— Desculpe-me ligar esse horário, mas nossa empresa precisava entrar em contato com você. Seu currículo estar sendo avaliado por uma família com a proposta de ser babá. Gostaria de saber se está interessada, caso esteja, queremos saber se pode comparecer amanhã para uma entrevista. —
— Sim, claro. Onde? — Contenho a felicidade sentindo meu coração a mil.
— Na residência do Senhor Dylan Carter as 07:00 A.M. Passarei o endereço pelo e-mail da senhorita. —
— Ok! Obrigada, muita obrigada — Pulo ao desligar a ligação e vejo Allan parado apoiado na porta me olhando — Ai! Meu Deus! — Grito olhando para ele.
— Ganhou na loteria? — Ele ri da minha animação.
— Não, não. Melhor! — Digo sem esconder o sorriso.
— Melhor do que ganhar na loteria? — Ele sai caminhando em direção a sala — Não faço ideia. —
— Tenho uma entrevista amanhã! — Digo animada e pulo em seu colo o abraçando.
— Que bom! Fico feliz -- Ele me abraça apertado — Ainda assim acredito que seria melhor ganhar na loteria -- Rio concordando.
Desço do seu abraço e ele fixa o olhar em mim. Sinto algo estranho, algo entre seu olhar e o meu. Ele morde o lábio levemente e logo arruma os óculos no rosto, um belo sinal de nervosismo.
Estávamos perto demais e o silêncio toma de conta do lugar, o vejo se inclinando calmamente, sem ao menos tirar os olhos de mim, seus lábios estão quase tocando o meu quando.
Din-don
Afasto-me rápido ao ouvir o som, vejo em seu rosto surpresa e frustração e não espero uma palavra indo até à porta atender.
— Quem é? — Pergunta antes de abrir.
— Foi aqui que pediram uma pizza? — Olho para trás e vejo Allan passando a mão na cabeça, claramente nervoso.
Abro e sorrio gentilmente para o rapaz.
— Deu quanto? — Allan aparece ao meu lado com a carteira na mão.
— Duas pizzas e um refrigerante, ficou 35 dólares — Allan entrega uma nota de 50.
— Pode ficar com o troco — Sorri e o rapaz pareceu muito feliz, agradeceu e logo saiu.
O clima ficou estranho, tenho que confessar. Allan parece desconfortável e claramente eu também. Sentamos juntos no pequeno sofá e ele logo pôs um filme de terror 'O dia das Bruxas'.
— Sério, eu não entendo porque, eles sabem que não pode andar sozinho por aí já que tem uma pessoa matando todo mundo e mesmo assim eles andam sozinhos — Allan aponta para a televisão indignado.
— Nesses filmes de terror, sempre tem a vítima que pergunta “tem alguém aí?” como se o assassino fosse gritar “Estou indo fazer compras, quer algo?” — Rimos — De uma coisa tenho certeza, eu estaria toda cagada e mijada, chorando feito criança e gritando por socorro — Ele ri da minha cara.
— Eu tentaria escapar e ligaria o foda - se para todos. —
— E iria me deixar lá sozinha? — Ponho a mão no peito como um gesto dramático.
— Você chamaria muita atenção ter você do meu lado, tô fora — Ele ri e bato no seu braço.
— Amigo bom você hein. — Digo com sarcasmo e como o último pedaço de pizza.
— Você comeu o último pedaço? — Levanta e me encara incrédulo, caio na risada.
— Foi mal — Digo ainda mastigando.
Ele sai rindo e logo volta com dois copos de refrigerante.
— Não perguntei na hora, mas para qual vaga de emprego pegou? —
— Babá — Respondo e bebo um pouco do refrigerante.
— De qual família? —
— Família Carter. —
— Você sabe quem são eles né? — Parece meio surpreso com a novidade.
— Claro, uma das famílias mais ricas e pipipopo — Ele ri.
— É sério Kath, eles têm fama de serem ignorantes, arrogantes e um bando de riquinhos metidos — A forma que fala é com puro desprezo.
— Minha mãe trabalhou para eles antes mesmo de eu nascer. Ela ficou até os 7 meses de gestação lá, até colocarem ela para fora — Dou de ombros.
A lembrança da minha mãe me invade com tanta força que sinto minha garganta queimar. A vejo sorrindo, um sorriso doce e puro, um sorriso que só ela tinha.
Recordo dela sentada na pequena varanda com uma xícara de café nas mãos e com os olhos fechados enquanto seus cabelos da cor do fogo balançavam com o vento frio avisando que o inverno estava chegando.
— Sinto muito! — A voz de Allan me tira dos meus pensamentos — Por tocar nesse assunto — Sorri um pouco sem jeito.
— Tudo é muito recente, qualquer coisa me lembra ela — Aperto o copo — Não queria ir trabalhar para a mesma família que minha mãe trabalhou, mas tenho uma vida para colocar nos trilhos e não sei quanto tempo levará para ter outra oportunidade — Sorrio e levanto — Nem sei se vão me contratar — Allan me segue até a cozinha.
— Por que não fariam isso? — Encaro o mesmo — Você é incrível. A pessoa mais incrível que conheço, é doce, dedicada, amorosa e tudo que alguém quer — Continuo encarando-o e sinto ficando com as bochechas vermelhas.
— E se eu não for boa na entrevista? — Ele ri de lado.
— Mesmo achando isso impossível faremos assim. Se você conseguir o emprego, comemoraremos e caso não consiga, comemoraremos do mesmo jeito — Sorri — Combinado? —
— Tudo bem! — Me olha com um sorriso encantador.
Logo cada um foi para seu quarto. Allan estar bem cansado já que trabalha em dois empregos e ainda vai para faculdade a noite. Pergunto-me como ele consegue ter uma rotina tão movimentada e ainda assim ter um tempinho para mim.
Já no meu quarto, deitada ouvindo música nos fones de ouvido, sinto as lágrimas queimarem minha bochecha. A falta que minha mãe me faz é sufocante e me mata a cada dia, é como se de um dia para noite alguém veio e tirou o chão de mim, tomou tudo em poucos minutos, levando grandes pedaços de mim, que nem eu mesma sei como consertar isso.
Sento-me na cama e puxo uma caixa de baixo dela.
'Deixar você está me matando mais do que essa coisa dentro de mim.
Deixar minha pequena dói, mãe nenhuma quer deixar o filho.
Não tenho dinheiro ou herança para deixar, mas tenho isso que ajudará.
Abra quando estiver sem rumo e se encontrar em um vazio sem fim, até esse dia não chegar, manter fechada e segura.
Volte para Nova Iorque, lá terá mais oportunidades do que aqui.
Sei que é forte e conseguirá… Tenho orgulho de você minha menina.
Seja lá onde eu tiver, estarei cuidado de ti.
Eu te amo meu amor, meu pôr do sol.
Com amor, mamãe'.A essa altura as lágrimas já caem sem nenhum controle da minha parte, escorrega pelo meu rosto caindo sobre o pequeno papel com as letras da minha mãe. Aproximo o papel do meu nariz e sinto o perfume da mesma, deste que me lembro ela tinha a mania de qualquer coisa que escrevesse colocar o perfume dela. Fecho meus olhos e sorrio no momento que aspiro todo aquele cheiro e minha mente imediatamente me traz lembrança de seu rosto.
Orquídea Brown se estaba apresurando un poco mientras estaba terminando de salir para encontrarse con sus padres porque quería luego ver a escondidas las reuniones de los hombres lobos, a pesar de que no podía asistir, tenía demasiada intriga por todo lo que ocurría. En el mundo de los hombres lobos, ella nació con la mala suerte de que los hombres estaban a cargo de las decisiones, mientras que las mujeres se mantenían a la expectativa de lo que podía pasar. Sin embargo, desde que ella fue pequeña demostró ser mejor en todo que su hermano menor Jake porque le costaba transformarse en eso, en cambio, Orquídea a una corta edad se convierto en la mejor cazadora de su familia. Para su padre aún le costaba aceptar eso, incluso la regañaba por ser mejor que varios chicos de las familias más antiguas de los hombres lobos, pero era que algo simplemente la daba igual desafiando todas las normas de su mundo. —¡Hija! Recuerda pórtate bien mientras no estamos, por favor, evita hacer cualqui
Deje que Aurora por esos momentos en medio de la noche utilice mi cuerpo para acabar con los humanos que están aquí. Porque lo único que me imagino que quieren de mí es que me usen para todos los experimentos que ellos quieran hacer, algo que no puedo permitir. Luego de que me levantó lo empujó con mucha fuerza mientras veo todo lo que está sucediendo a través de mis ojos, sin embargo, Aurora quiere beber su sangre, por eso la detengo para decirle que tenemos que huir. Pero en el momento que abro el compartimento del camión me doy cuenta de que otro carro está observando todo lo que está pasando.Al principio le dijo a Aurora que se detenga hasta que otra vez vuelvo a tomar el control de mi cuerpo para decidir saltar porque ella se había quedado en una especie de estado de coma. Me golpeó demasiado cuando estaba en el suelo, pero no me detengo porque no quiero que ese tipo de personas me vuelvan a atrapar.Entonces salgo corriendo lo más rápido que puedo, teniendo la prueba posibi
A los pocos minutos no logro ver a nadie, pero tengo demasiado miedo por lo que está ocurriendo. Uno de los primeros pensamientos que tengo en mi mente es que Jake puede estar muerto. Sin embargo, Tom a lo lejos sigue tratando de apurarse mientras que no tengo ni idea de donde pueden estar lo demás. —Shaoran te tienes que apurar porque sigue viniendo más humanos—me dice él dejándome demasiada confundida por el momento. Sin embargo, vuelvo a invocar mis poderes mientras que se está curando la herida mientras que Jake regresa en su forma humana mientras que corro hacia su lado para darle un abrazo. —¡Eres un tonto! De verdad pensé que te había perdido—son mis palabras en ese momento dándome cuenta de que mi chico huele demasiado a tierra con sangre mezclada en su cuerpo. Luego ambos nos ponemos en nuestras posiciones cuando Tom sigue haciendo su trabajo. Los humanos empiezan a aparecer mientras los atacó lo suficiente para debilitarlo mientras controlo mis instintos de vampiros. J
En medio de la madrugada, estoy algo preocupada por el ataque que puedan hacer esta vez los humanos por culpa de la masacre que hizo mi padre. —Te lo dije Jhon, tus acciones siempre traen consecuencias para todos—menciona Miranda mientras empieza a tomar sus pociones para recuperar fuerza. —Sabes que he sido líder del consejo desde hace 5 siglos que culpa, tengo de que su mundo aun exista—dije él de una forma tan egoísta como siempre.Entonces mi padre se va, mientras me quedo con Miranda tratando de ayudarla. —Shaoran necesito que protejas a los demás estudiantes porque la verdad no quiero lastimar a los humanos, pero Tom debe estar cerca de ti—luego me mira a los ojos—por favor, espero que seas totalmente a los vampiros que he conocido. Luego de sus palabras, me voy a buscar el guardián porque es mi prioridad cuidarlo en estos momentos tan críticos que está viviendo el Castillo. Pero de repente, empiezo a sentir una explosión de poder en todo mi alrededor, dándome cuenta de que





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