Inês foi jogada dentro de uma pequena cabine com pouca luz no convés do navio. Quatro ou cinco homens entraram apressados, tirando as roupas e avançando em sua direção com risadas maliciosas.
- Não cheguem perto!
Inês continuou recuando, mas suas mãos e pés estavam amarrados, impossibilitando ela de escapar dos toques invasivos.
Essa cena era como uma repetição daquela noite infernal de cinco anos atrás, onde o sentimento avassalador de medo a envolvia...
Inês encolhia desesperadamente seu corpo