Emanuel recostou-se na cadeira, exalando calma e confiança.
- Dormiu comigo e agora não quer assumir a responsabilidade?
Inês replicou, desafiadora:
- Eu paguei!
Podia ter sido pouco, mas ainda era dinheiro!
Emanuel recordou aquela transferência de nove e noventa e sentiu um aperto no coração, como se estivesse prestes a sofrer um ataque cardíaco.
"Maldita mulher!"
Ele agarrou Inês pelos ombros, forçando-a a se sentar.
- Inês, o que pensa que eu sou...
Ela aspirou fundo, friamente.
A dor irradia