- Não!
Inês acordou assustada com um pesadelo, e se levantou bruscamente, com as costas cobertas de suor frio.
- Inês!
Emanuel correu para o quarto apressadamente, e a encontrou sentada na cama com o olhar vazio, o rosto pálido e o peito subindo e descendo violentamente.
Ele se apressou em abraçá-la, e perguntou com uma voz urgente e preocupada:
- O que houve, foi um pesadelo? Está se sentindo mal?
Inês voltou a si, e enterrou o rosto no pescoço de Emanuel, respirando fundo.
O aroma familiar do