Rahman se alegrou.
- Verdade? - Perguntou Rahman, com os olhos arregalados.
Inês colocou os talheres de lado, com um semblante melancólico.
- Rahman, eu sou muito má? - Indagou Inês.
- Você só percebeu agora? Eu estou sofrendo por sua causa há tantos anos, já até me acostumei. - Respondeu Rahman, de forma despreocupada, dando uma risada forçada.
- Vai embora! - Disse Inês, revirando os olhos.
Rahman sabia com o que Inês estava se debatendo.
- Inês, não existe problema no mundo que o dinheiro não