Inês dormiu profundamente até a manhã do dia seguinte. Ao despertar, se deparou com Emanuel sentado ao lado da cama, olhando fixamente para ela. Ele não tinha pregado os olhos durante a noite inteira. Seus olhos, geralmente frios e escuros, mostravam sinais de vermelhidão e inchaço, e suas profundas olheiras denunciavam a falta de sono.
- Você acordou. - Disse Emanuel, com a voz especialmente rouca.
Emanuel ajudou ela a se sentar e ofereceu um copo de água morna.
- Obrigada. - Assentiu Inês.
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