Valentina e Túlio se retiram, deixando Inês e Emanuel sozinhos no quarto. Emanuel, com o olhar baixo, contemplou a pequena mulher em seus braços. Seus dedos esguios e bem definidos tocavam suavemente o rosto pálido dela, enxugando o suor de sua testa. Seus olhos escuros estão baixos, transbordando de remorso, culpa e arrependimento.
- Inês, como você está se sentindo? Melhorou? - Pergunta Emanuel.
Inês se apoia fracamente em seu ombro.
- Emanuel, estou com tanta dor... Parece que vou morrer. Dói