CAMILY
Abrir aquela porta foi como assinar a sentença de morte dos meus planos de manter distância de Theo. Vi meu autocontrole desmoronar na mesma hora.
Merda. Merda. Merda.
— O que você está fazendo aqui?! — perguntei entre dentes, varrendo o corredor com os olhos.
Antes que ele respondesse, agarrei o colarinho da sua camisa e o puxei para dentro da sala, trancando a porta com um estalo seco.
— Você enlouqueceu de vez, Theo? Eu trabalho aqui! Você não pode simplesmente aparecer assim! — comec