Quando voltamos a prancha estava no mesmo lugar, jogada na areia. E pelo visto os desconhecidos da praia não notaram nossa ausência, assim como não notavam nossa presença.
Eu já havia tocado numa prancha, na loja de surf Huxley, onde o dono era Patrick, meu ex amor, a pessoa com a qual eu achava que iria casar, ter meus filhos Laís e Lucas e viver “feliz para sempre”.
Cá estava eu no mar, pela primeira vez com uma prancha de surf que usaria, junto de Pedro, o garoto esquisito e rabugento que co