— Não venha com essa cara de quem perdeu um amor, Afonso. Eu nunca te fiz mal. Podemos jantar, mas espero que cumpra sua palavra e não apareça mais na minha frente. Vamos seguir caminhos separados.
Afonso tentou falar, mas sua garganta estava amarga.
Ele subitamente entendeu por que, antes de perder a memória, sempre agia de forma contraditória e insistia em perturbá-la.
Se realmente comessem juntos, não haveria mais nenhum vínculo entre eles, e ele sabia que isso o machucaria profundamente.
Mas