— Saia!
A testa de Daniel já começava a formar gotas de suor do tamanho de grãos de feijão. Ele segurou o pulso dela firmemente, tentando trancá-la para fora.
Mas Beatriz se recusava a ir.
— Vá embora!
Daniel rosnou desesperadamente. Ele apenas havia segurado o pulso dela, mas o toque frio e macio já o estava fazendo perder o controle.
— Eu… eu não sei quem me drogou, mas agora é perigoso você ficar perto de mim. Deixe-me sozinho por um momento… se não der, me nocauteie, rápido, me nocauteie…
Da