Enquanto isso, no hospital.
Débora foi reanimada, a anestesia passou e ela estava voltando a si.
Ela viu Afonso, seus olhos se encheram de lágrimas, querendo falar, mas sua garganta doía demais, sem conseguir emitir som algum.
Ela parecia ansiosa, apontando para sua garganta, será que ela ficaria sem falar para sempre?
— O médico disse que você não perdeu a capacidade de falar, em alguns dias você poderá falar novamente.
Mas, se a voz dela seria a mesma de antes, ele não tinha certeza.
Débora im