— Daniel! Pare de bater! — Ela segurou firmemente o braço dele.
— Me solte! — Sua voz era rouca e profunda, com uma autoridade inabalável.
— Não solto! — Beatriz falou com firmeza: — Se você quer matá-lo, terá que me matar primeiro!
Para acalmar Daniel, ela arriscou tudo. E, de fato, suas palavras o fizeram parar. Ele a olhou com uma expressão sombria e complexa.
Ele não disse nada, apenas se levantou e saiu.
Afonso continuava tossindo, cuspindo sangue que manchava suas mãos.
— O que vocês estão