Do lado de fora da casa, o ar noturno estava mais frio do que antes. O silêncio da rua contrastava com o caos que ainda ecoava na memória de todos.
Rubens foi praticamente conduzido até o carro.
Armando segurava o braço do filho com firmeza — não com violência, mas com uma autoridade que não deixava espaço para resistência.
— Eu levo ele para casa — disse, seco.
Cristina deu um passo à frente, ainda tomada pela raiva.
— Mas eu preciso conversar com ele.
A voz saiu tensa, carregada.
Arman