Arthur finalmente decidiu que era hora de agir. Não suportava mais ver Sarah definhar, aprisionada pela tristeza, disfarçando a dor que se espalhava por toda a casa enquanto se esforçava para manter a fachada na frente das crianças.
Uma urgência o consumiu, a certeza de que precisava agir para resgatá-la daquele abismo e, quem sabe, revelar-se como alguém disposto a ser seu porto seguro.
Naquela tarde, enquanto Sarah revisava alguns documentos na sala de estar, Arthur entrou com seu característ