A noite estava especialmente silenciosa na mansão. Aurora e Adrian já haviam sido colocados para dormir, e Thomas permanecia sozinho na sala, olhando para a lareira. O fogo lançava sombras trêmulas pelo ambiente, refletindo o turbilhão de sentimentos que ele carregava.
Seus pensamentos giravam em torno de Sarah — a presença inegável dela, o impacto profundo que causava nas crianças e nele mesmo. Ela despertava algo que ele acreditava estar adormecido há muito tempo.
— Você já sentiu isso antes?