Laura Martins:
— Mike! — Exclamo alto, a surpresa e alegria em minha voz são incontroláveis assim que abro a porta de casa. Corro para abraçá-lo apertado, sentindo um enorme alívio.
Nos soltamos, e meu olhar percorre-o de cima a baixo. Fora as mãos emfaixadas, não tem nenhum outro ferimento. Noto também o cheiro de seu perfume, ele deve ter passado em casa primeiro. Obervo seu rosto, sua expressão é cansada, mas um sorriso se abre amplamente por seus lábios.
— Como você está? — Pergunto, minha