Fernando Duarte:
Olho no relógio e já são dez de quarenta. Respiro fundo enquanto me ajeito em minha cadeira acolchoada. Por algum motivo idiota, hoje eu me senti ansioso para vim trabalhar. Ao chegar, até me senti ridículo, andei pela empresa com os meus olhos vagando por todos os contos, analisando os rostos, os meus olhos eles queriam vê-la de novo...
— Senhor, precisamos ir agora — a voz da minha secretária ressoa pelo interfone interrompendo os meus pensamentos.
— Prepare o carro — respo