Narrado por Elena Volkov
O vapor do banheiro tornava o ar espesso, quase sólido. Dante não estava apenas bêbado; ele estava possuído por uma luxúria sombria que o álcool apenas libertava. Quando ele se levantou do chão do box, a água escorrendo por seus músculos tensionados, ele não parecia um homem que precisava de ajuda. Parecia um predador pronto para o abate.
— Você quer cuidar de mim, Elena? — ele rosnou, a voz tão grave que vibrava no meu peito. — Então cuida de tudo.
Com um movimento vio