Narrado por Elena Volkov
O vapor do banheiro tornava o ar espesso, quase sólido. Dante não estava apenas bêbado; ele estava possuído por uma luxúria sombria que o álcool apenas libertava. Quando ele se levantou do chão do box, a água escorrendo por seus músculos tensionados, ele não parecia um homem que precisava de ajuda. Parecia um predador pronto para o abate.
— Você quer cuidar de mim, Elena? — ele rosnou, a voz tão grave que vibrava no meu peito. — Então cuida de tudo.
Com um movimento violento e impaciente, ele arrancou a camisa e desfez o cinto. Eu deveria ter desviado o olhar, deveria ter saído correndo, mas meus pés pareciam colados ao chão de mármore. Eu nunca tinha visto um homem nu. E Dante era… uma obra-prima de violência e beleza. Quando ele se livrou do resto da roupa, eu arfei. Ele era imenso, o corpo coberto de cicatrizes e músculos rígidos, e sua masculinidade estava plenamente desperta, pulsando com uma força que me deixou tonta de pavor e fascinação.
Eu estava baba