— Deixa ele vir — respondi para Sophia, segurando o celular com tanta força que os nós dos meus dedos ficaram brancos.
Minha voz saiu firme, como uma promessa cortante.
— Eu vou estar esperando por ele, e bem pronta. Obrigada por ter me avisado, de verdade.
Desliguei o aparelho e o pressionei contra o peito, soltando o ar que parecia preso na minha garganta.
Dei dois passos para trás e encostei as costas na parede fria do corredor do toalete, fechando os olhos por alguns segundos.
Uma exau