Saí do casarão com o peso da pistola na cintura e a tensão correndo nas veias como eletricidade.
O ar da madrugada em Goiânia era gelado, úmido, quase cortante.
Encontrei Rafael e quatro dos nossos melhores homens perto da guarita principal.
O silêncio da propriedade era absoluto, quebrado apenas pelo som distante de grilos.
— Estão em posição? — perguntei, com a voz saindo como uma lâmina fria.
— Sim — Rafael respondeu, conferindo o carregador. — Os sensores marcaram um veículo entrando no p